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FOTO: GOOGLE
Através de teu olhar, vejo as aguas da chuva
caindo por sobre tua cabeça.
Há suspeitas de que você
as atrai com os teus pensamentos.
Você e as aguas da chuva. Cumplicidade.
Molham-se para viverem com mais intensidade.
Desnudo, se veste com tuas poesias...
Tirando da chuva, toda a sua energia.
As lagrimas que rolam por teu rosto, te encobrem.
Calam-te em tua melodia!
Nesse momento, te vejo embriagado com tuas lagrimas.
Chamo-te para um ultimo tango.
Abraço-te e te protejo. Chega de choro!
São lagrimas de felicidade que agora,
deslizam por tua pele e passeiam por tua mente.
Ao longo de teu choro, acontece o nosso encontro.
Onde como tua aprendiz, escrevo nosso conto.
É como se: eu quisesse beber de tua aguas,
para transbordar em tua essência,
numa bebida curta e pura... Alma limpa, desnuda!
Tu és pássaro alado, colorido que voa alto.
Carregas contigo todas as minhas angustias.
Respira a minha alma branda tornando-me
tua cúmplice. Sem rejeição.
Fale comigo com a voz do coração.
Com palavras interligadas, embaralhadas.
Deixa-me inclui-lo em minha canção
nas metáforas de versos terminados...ou não!
-Rosa Azul-
26/03/2012
26/03/2012



